O que é um browser?

09.dez.2009

por Thalita em dicas mundo digital

Todos que acessam a internet usam algum browser (ou navegador, em portugês), embora muitos não sabem o que é. Em um vídeo de 1 minuto o Google explica:

E se quiser saber qual browser você usa, acesse o site: What Browser?

Idas e vindas de programas de email

30.nov.2009

por Herbert em mundo digital tecnologia

Depois de muito teste e surpresas boas e ruins, cheguei à conclusão sobre qual programa de email vou usar aqui.

Foi uma luta entre o Mail, da Apple, e o Thunderbird, da Mozilla. Sempre tive esse segundo como padrão, porque era o que eu usava antes de migrar para Macs e sempre achei ele mais leve e competente que o Outlook ou Entourage da Microsoft, além de ser gratuito, mas como ouvi falar muito bem do Mail e queria também experimentar a melhor integração dos softwares da Apple entre eles mesmos, resolvi dar uma chance e fazer a troca. Seguem os prós e contras que encontrei na comparação:

PRÓS

Agrupamento de mensagens de resposta – facilita bastante manter a conversa intelegível e rápida.
Quick Look
– é uma das melhores coisas do OS X e também do Mail. Quem conhece, sabe a maravilha que é poder ver qualquer tipo de arquivo sem ter que abrir todo tipo de programa.
Note e To Do – não usei muito, mas é um recurso bacana.
Procura – a ferramenta é muito mais leve e ágil que em qualquer outro programa de email.
Integração com iCal e Adress Book – bacana, mas por ser feito para entender inglês e não português, perde-se bastante dessas funcionalidades.
Inteface – Designer gosta e agradece coisas bonitas e bem feitas. A do Thunder pode ser melhorada com outros temas, mas ainda assim não chega aos pés do Mail.

CONTRAS
Gerenciamento de contas – não faz um bom trabalho em separar contas diferentes. Para o Mail, existe apenas um único usuário que possui diversas contas e trata todos os emails como sendo de apenas uma pessoa. Eu vejo que muita gente pode não achar isso um problema, mas como aqui no estúdio possuímos redundância no recebimento dos emails com todo mundo recebendo todos os emails de todas as contas para garantir que nada passe desapercebido, essa é uma característica bem desvantajosa. É necessário fazer filtros pouco eficientes ou muito numerosos e fica tudo uma bagunça de implementação e manutenção trabalhosos.
Confirmação de recebimento – não tem!!
Assinatura de email – não trabalha por default com o uso de assinatura em HTML, ou seja, não dá para fazer assinatura com imagem ou com links, nem mesmo uma formatação de fontes mais trabalhada. Isso pode ser “gambiarreado”, mas só isso já deveria ser desnecessário.
Não indica recebimento de novos emails – Quer dizer, indica, claro, mas de modo tão sutil que é preciso verificar sempre se algum email novo chegou e passou despercebido.
Anexos no meio do texto – se não se toma cuidado, a mensagem pode ficar atravessada por arquivos que ficam soltos por alí, ao invés de organizados num campo específico.

Enfim, o Mail tem características fantásticas e é um belo programa para gerenciar emails para um Mac doméstico, mas não é uma ferramenta profissional nem está suficientemente equipado para tarefas mais complexas que ocorrem no ambiente de trabalho.

É por isso que o Thunderbird volta, até que a Apple leve mais a sério esse programa.

Google vs Bing

06.out.2009

por Herbert em mundo digital

Faz tempo que o Google tem cutucado a Microsoft com o lançamento de produtos similares (e, geralmente, superiores) aos oferecidos pela gigante de Redmond,  como seu navegador (Google Chrome), seu “office” online (Google Docs) e agora também com sistemas operacionais (Android para celulares e Chrome OS para computadores).

Claro que a Microsoft não iria deixar barato e também decidiu se aventurar com mais afinco nos domínios da busca na internet com o lançamento de seu novo sistema de busca, o Bing.

Tudo isso é noticia velha. Só que tenho lido muitos comentários bons a respeito do Bing, então decidi fazer um test-drive de seus serviços e ver como se compara com a ferramenta que já estou habituado.

Depois de um mês fazendo buscas comparativas, eis minhas constatações:

1 – O Bing está anos-luz de distância da antiga ferramenta de busca da MS, o MSN. Simplesmente muito melhor.

2 – Embora tenha melhorias em comparação à competição, o Bing decepciona nas buscas. Além de falhar muitas vezes em procuras muito diretas de sites grandes, muitas vezes o rank de sites não reflete a importância deles e o que é pior, simplesmente ele não sabe diferenciar sites normais de sites pornográficos, independentemente da procura.

3 – Em compensação, gostei bastante da busca por imagens. Esse possui um belo recurso de restrição da procura baseado na escolha de uma das imagens que aparecem na primeira busca, o que ajuda imensamente na hora de separar o que interessa do que não.

Enfim, por enquanto, o reino do Google como ferramenta de busca não se encontra ameaçado – pelo menos em meu computador.

Se você tem uma opinião diferente, não deixe de comentar!

Abaixo, seguem algumas capturas de tela que fiz durante minha experiência, exemplificando meus pontos.

Google x Bing - Free Freehand
O Google deu preferência para a organização Free Freehand, que possui o domínio homônimo, enquanto o Bing deu preferência provavelmente à maior procura por software pirata.


Google x Bing - Pop Magazine
Na procura direta por essa revista, o Google posicionou o link correto ainda na primeira página. Já no Bing, foi necessário ir até 4ª.


Google x Bing - LOTRO
Nesta procura pelo popular jogo online Lord of the Rings Online, o Google acerta de primeira. O Bing não conseguiu encontrar o resultado correto.


Bing Sexo
O Bing demonstra uma propensão a mostrar links relacionados a sexo, mesmo que esse resultado não tenha a menor ligação com a busca original. E isso ocorre com muita rapidez, note a posição na procura onde começam esses resultados.


Procura de imagens
O que o Bing acerta: na procura de imagens, é possível estreitar a busca simplesmente selecionando a imagem que mais se adequa ao que se quer e pedindo para ele mostrar resultados semelhantes.

Claro que aqui só mostrei o momentos de discrepância entre as duas ferramentes. Em muitos casos, a qualidade das pesquisas das duas ferramentas foi semelhante, mas dada a freqüência em que essas diferenças aconteceram, tomei o partido de que tomei.

O que que é zip mesmo?

02.out.2009

por Herbert em mundo digital tecnologia

Prensa

Engraçado como noutro dia, após a formatação de um dos computadores do estúdio e tive que reinstalar os softwares necessários, me deparei com o Stuffit. Para quem não sabe, esse é um programa de compressão de arquivo, o Winzip de Macs. Foi nesse momento em que parei para pensar, por que diabos eu vou instalar isso?

Me lembro de ter que sempre procurar a última versão do Winzip, isso há muitos anos atrás, na época de meu Athlon 1800, e como isso realmente importava. Zip, Rar, Sit e êne outros formatos, era necessário ter programas para poder abrir todos eles e era impossível viver sem a ajuda que eles propiciavam. Afinal, os HD variavam de algumas centenas de megas a alguns gigas e definitivamente isso não era muito espaço. Pior ainda quando se precisava transportar um arquivo de um canto a outro, por floppy disk (lembra?) ou CD, pior ou ainda se fosse pela internet – discada, claro. Ou mesmo para baixar um arquivo, era inviável fazê-lo sem a ajuda da compressão.

Mas hoje, com DVDs, discos rígidos que chegam à 2 terabytes, HDs móveis e até mesmo internet de banda larga, parece que a compressão de arquivos já não é tão fundamental. Além do mais, qualquer sistema operacional possui seu próprio sistema de compressão, que funciona decentemente, então para que lutar por mais 1 ou 2 megas que o programa mais atual pode te salvar?

Eu mesmo não me incomodo mais. Sem espaço? Compro um HD maior, que hoje em dia é uma expansão muito mais barata e fácil que a anos atrás. Zipo arquivos apenas para quando for enviar pela internet para ficar mais fácil e enviar tudo de uma vez ou pela facilidade em quebrar um arquivo grande em vários RARs, também para envio na internet e só.

E você? Ainda usa programas específicos de compressão? Ainda se importa em comprimir arquivos antigos?

Abraço!